Brasil: Adolescente morre após confronto entre facções no Complexo da Maré

O confronto entre as facções ocorreu na divisa das favelas Baixa do Sapateiro e Nova Holanda.

A Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro confirmou a morte de um menor 15 de anos, após um confronto entre duas facções no Complexo da Maré na tarde deste domingo, 30, mesmo após a ocupação do local pelas forças policiais. De acordo com informações da secretaria, o jovem, identificado como Vinicius Guimarães, já chegou morto à Unidade Pronto Atendimento (UPA) da Maré, para onde foi encaminhado.

O confronto entre as facções ocorreu na divisa das favelas Baixa do Sapateiro, dominada pela facção Terceiro Comando Puro, e Nova Holanda, controlada pelo Comando Vermelho. O conflito teve início após provocações entre os dois grupos e se transformou em uma guerra de pedras. O confronto acabou quando um jovem sacou uma arma e efetuou os disparos, provocando a morte de Vinicius. MAIS…

Perú: Aprueban ley que libra de culpa a militares y policías ante muertes

Licencia para disparar. Modificación legislativa buscaría proteger a miembros de las Fuerzas Armadas y de la Policía para que cumplan su deber sin miedo. Medida es polémica.

Controversia. Norma también los exime de responsabilidad si causan lesiones “en cumplimiento de su deber o usando sus armas u otro medio de defensa”. IDL denuncia violación constitucional. Decano del CAL advierte que medida es contraproducente.   VER MÁS…

Brasil: Maranhão impede entrada de comissões de Direitos Humanos em Pedrinhas / Artur Rodrigues

Antes de ser barrado, grupo havia chegado de surpresa e constatado péssimas condições no Centro de Detenção Provisória

O governo de Roseana Sarney (PMDB) impediu nesta sexta-feira, 10, que uma comitiva formada por deputados da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Maranhão e por integrantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) entrasse em presídio do Complexo de Pedrinhas. A deputada Eliziane Gama (PPS) tentou conseguir autorização para entrar, mas teve pedido negado pelo secretário de Administração Penitenciária, Sebastião Uchôa, por meio de mensagem de texto.

Desde o ano passado, 62 presos morreram no Complexo de Pedrinhas
Antes de ser barrado no Presídio São Luís 1, o grupo havia chegado de surpresa e constatado péssimas condições no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Pedrinhas, onde 21 presos se aglomeram em celas para seis. A negativa à entrada de Eliziane, presidente da Comissão de Direitos Humanos e provável candidata de oposição ao governo Roseana, ocorre dois dias depois da visita da Comissão de Segurança, presidida por um aliado da família Sarney, o deputado Roberto Costa (PMDB). Em entrevista à imprensa após sair do local, Costa elogiou o governo. MAIS…

Brasil: Presos denunciam maus-tratos pela Força Nacional / Artur Rodrigues

Eles afirmam que a tropa federal dá tiros de borracha e agride detentos em Pedrinhas; Ministério da Justiça vai investigar

“Desde que a Força Nacional chegou a gente vem sendo agredido. Eles estão atirando na gente direto com bala de borracha. Tratam a gente feito animais.” O relato foi feito ao Estado por um preso, de dentro do Complexo de Pedrinhas, em São Luís, o epicentro da crise penitenciária no Estado e cenário de mortes de 62 detentos desde o ano passado. O Ministério da Justiça vai investigar a denúncia.

Por celular, de dentro da cela, o rapaz, que está no complexo há três anos e meio, relatou violência sistemática por parte da tropa federal. “Mais de 20 pessoas já foram baleadas”, diz. “Vieram só para maltratar.” VER MÁS…

Brasil: UN Agency Wants Probe of Brazil Prison Violence

The United Nation’s human rights agency called Wednesday for an “immediate, impartial and effective investigation” into the violence that has swept through a penitentiary in northeastern Brazil where at least 60 inmates were killed in 2013 in clashes between rival gangs.

Violence from the prisons has spilled onto the streets of Sao Luis, the capital of Maranhao state where the prison is located. Police say imprisoned gang leaders angered by authorities attempted crackdowns inside the prison ordered their members to spark terror by setting buses ablaze and shooting up the outside of police stations.

A 6-year-old girl died this week after being severely burned during one bus attack. Gas stations in the city largely complied with a police request to halt the sale of fuel to anyone wanting to fill-up a gas canister, hoping to squeeze off gangs’ ability to buy flammable liquids used to torch buses. SEE MORE…

Livro: “Para aonde vamos: Análises de Políticas Públicas de Segurança Cidadã na América Latina” / Woodrow Wilson International Center for Scholars, Fórum Brasileiro de Segurança Pública

Por iniciativa do Programa para América Latina do Wilson Center (Woodrow Wilson International Center for Scholars), Carlos Basombrio, do Peru, organizou o livro “Para aonde vamos: Análises de Políticas Públicas de Segurança Cidadã na América Latina”, cuja edição brasileira foi co-editada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

O livro está sendo publicado em espanhol em vários países da Região e, no caso do Brasil, em português. A versão brasileira pode ser acessada gratuitamente no Link. 

Conteúdo do Livro:

México. Violência, forças armadas e combate ao crime organizado / Raúl Benítez Manaut

Guatemala: Antecipação à violência, além da prevenção em cenários de crime organizado e narcotráfico / Marco Castillo

Os serenazgos no Peru: A municipalização de fato da segurança pública: um modelo viável? / Gino Costa

Nicarágua: uma exceção na segurança da América Central / Elvira Cuadra Lira

Chile: Passar da narrativa à gestão efetiva / Lucía Dammert

Segurança pública e redução de crimes violentos no Brasil: êxitos gerenciais e mudanças institucionais / Renato Sérgio de Lima / Liana de Paula

Colômbia: Sucessos e lendas dos “modelos” de segurança dos cidadãos:  casos de Bogotá e Medellín / María Victoria Llorente / Sergio Guarín León

Que impacto tem a reforma processual penal na segurança cidadã? / Luis Pásara

Crime organizado e gangues: o nó cego salvadorenho / César Rivera

A oscilação: Os vaivéns da reforma do setor de segurança na Argentina atual / Marcelo Fabián Sain

A crítica situação da (in)segurança na Venezuela: características, causalidades, políticas e desafios / Ana María Sanjuán MAIS…

México: La guerra por el control territorial / Carlos Elizondo

El reto es tener una policía que funcione, bien entrenada y remunerada, con controles robustos en materia de corrupción y de respeto a la legalidad, con el tamaño suficiente para poder tener la presencia territorial que el país necesita.

“El estado de Michoacán tiene todas las características de un Estado fallido. Los grupos criminales: Familia michoacana, Zetas, Nueva Generación y Caballeros Templarios, principalmente, se lo disputan como si fuera un botín”, son las palabras del obispo de Apatzingán, Miguel Patiño Velázquez.

La reciente escalada de violencia en Michoacán, y en particular el ataque simultáneo a nueve subestaciones eléctricas de la CFE no fueron meros actos vandálicos. Los responsables de poner los artefactos lo hicieron para mostrar su capacidad de acción en la zona. VER MÁS…

México: PGR deberá informar de operativos contra delincuencia en DF

La dependencia deberá informar sobre el número de personas detenidas, consignadas, a cuántas se les dictó auto de libertad o auto de formal prisión

El Instituto Federal de Acceso a la Información y Protección de Datos (IFAI) pidió a la Procuraduría General de la República (PGR), entregar información sobre los operativos realizados en el Distrito Federal entre 2006-2012, para combatir la delincuencia organizada. VER MÁS…

Venezuela: On the Inside: Venezuela’s Most Dangerous Prison / Sebastián Liste—Reportage by Getty for TIME

His name is Wilmer Brizuela, Wilmito to his friends, but to the inmates of Vista Hermosa, he is simply the Pran, the unquestioned leader of one of Venezuela’s notorious prisons. Outside its walls, the Venezuelan national guard patrols; inside, the inmates live and die in a world of their own making. Brizuela has occasionally allowed reporters to visit for a few hours, but earlier this year, he gave photojournalist Sebastián Liste and me exclusive, full access to the prison for more than a week, revealing an improvised society that mirrors the one outside.

Brizuela, who is serving sentences of 10 years for kidnapping and 16 years for murder, believes that his rule over the 1,400 inmates of Vista Hermosa (Beautiful View) in the southern state of Bolívar is more humane than that of the Venezuelan prison authorities, who have been widely criticized by human-rights groups for the overcrowding, poor living conditions and corruption in the country’s prisons. SEE MORE…

Brasil condena a 156 años de cárcel a 23 policías por una matanza en una cárcel

La justicia de Brasil ha tardado 20 años en resolver el caso de la prisión de Carandiru, donde hubo 111 muertos.

Han sido necesarios más de 20 años para que en Brasil se hiciera justicia sobre la masacre en la cárcel de Carandiru de São Paulo en la que acabaron muertos 111 presos a manos de la policía militar en un intento de detener una rebelión interna el 2 de octubre de 1992.

Los primeros 23 policías militares juzgados han sido condenados por un jurado popular a 156 años de cárcel cada uno relacionados con los 13 asesinatos de que eran acusados por los otros tantos muertos del primer pabellón bajo su responsabilidad aquel día ,y por haber impedido entonces la defensa de los presos.VER MÁS…

Brazil police arrested after Sao Paulo murders

Eight police officers have been arrested in Brazil after a television channel broadcast images of two teenagers being shot dead in Sao Paulo.

The murder happened on 16 March in a dark street of the Bras neighbourhood, in an area notorious for drug dealing.

The security camera images show two armed men shooting the teenagers at close range – with a police car stationed nearby, before driving off.

Prosecutors say it did not try to stop the violence or to pursue the killers. SEE MORE…

Brasil: Inteligência da polícia luta contra o relógio para salvar PMs da morte

Um grupo de policiais trabalha contra o relógio. São os homens da inteligência policial. Eles têm 23 dias para prender um bando de assaltantes do Primeiro do Comando da Capital (PCC) de qualquer jeito. Essa é a única forma de impedir que mais dois policiais militares sejam assassinados na Grande São Paulo. A morte desses policiais foi decidida pela cúpula do Primeiro Comando da Capital (PCC), que deu a ordem há uma semana.

“É pra matar dois (PMs) do 15.º Batalhão”. A guerra não declarada entre PCC e policiais militares criou essa situação dramática, a dos policiais que acompanham em tempo real as interceptações telefônicas dos diálogos de integrantes do crime organizado. MAIS…

Honduras: Pruebas de confianza seguirán aplicándose para depuración

Pompeyo Bonilla asegura que se tienen las herramientas para seguir saneando la institución y que no se violentan derechos de los policías.

El funcionario demanda del Congreso Nacional que busque nuevas herramientas para efectuar una limpieza en la institución policial. El martes anterior, la Sala Constitucional de la CSJ (Corte Suprema de Justicia) declaró inconstitucional la Ley de Depuración, mediante la cual se permitió dar de baja a policías que no aprobaron las pruebas de confianza aplicadas por la Diecp (Dirección de Investigación y Evaluación de la Carrera Policial). VER MÁS…

Honduras: Policías, responsables de 149 muertes violentas

Un informe del Observatorio de Violencia reveló varios datos vinculados con la criminalidad policial.

Un revelador informe elaborado por el Observatorio de la Violencia dio a conocer que entre el año pasado y este, la Policía ha sido responsable de 149 muertes violentas en el país en los últimos 23 meses.

El estudio de criminalidad policial en Honduras, resumido en un boletín especial de cuatro páginas, fue presentado ayer por Julieta Castellanos,, quien señaló que de las 149 muertes al menos 71 los cometieron elementos de la Policía Preventiva.

En los demás casos señalados, los autores son policías de Investigación Criminal y de Servicios Especiales de Investigación. VER MÁS…

Bolivia: Cárceles inseguras / Editorial La Razón

El sistema penitenciario del país adolece de un problema estructural que urge encarar

Un estudio de la Dirección General de Régimen Penitenciario ha descubierto que casi la mitad de los internos del penal de máxima seguridad de Chonchocoro se sienten inseguros en esa prisión. Esta evidente contradicción entre el objetivo del penal y los sentimientos de sus habitantes es una nueva muestra de la grave situación del sistema penitenciario del país.

En efecto, según una encuesta realizada por la Dirección General de Régimen Penitenciario (DGRP), el 33% de los reos de Chonchocoro vive con miedo y el 10% con alguna susceptibilidad. Una de las causas para que se dé esa situación de inseguridad sería la muerte violenta de algunos reclusos. VER MÁS…

Honduras: En la Policía no son todos los que están, ni están todos los que son /Armando Cerrato

Lo que anuncié en un comentario anterior, al ser emitido el decreto especial que daba poderes omnímodos al comandante de la Policía comisionado Juan Carlos Bonilla (El Tigre), de que no actuaría objetivamente y que tenía intenciones sectarias contra una serie de oficiales, del mismo y menor rango y se desharía de ellos a toda costa y con impunidad, ha comenzado a cumplirse en estos días, con lo que la prensa llama el último remezón y que prácticamente pone en la calle a más de noventa oficiales desde comisionados a subinspectores y un clase.
En tal situación, en la Policía ya no son todos los que están, ni están todos los que son, en base a unas pruebas denominadas de confianza, efectuadas por gente que en un país serio debió haberlas pasado primero y luego ser autorizada a aplicarlas comenzando por el propio comandante y su Estado Mayor, pero además, evaluadas con objetividad y no atendiendo a razones de índole personal del comisionado Bonilla, acusado por el Vicepresidente del Congreso Nacional, Marvin Ponce de haber “comandado un escuadrón de limpieza social en San Pedro Sula” (La Tribuna 23 de mayo de 2012). Continue reading

Bolivia: Violencia carcelaria / Tomás Molina Céspedes

El preso que vive con su esposa e hijos es más pacífico y obediente, por temor a perder este beneficio.

La reciente masacre ocurrida en el penal Yare de Caracas (Venezuela), con un saldo de 20 reos muertos, nos permite hacer una breve reflexión sobre este tema, cuyo estudio comparativo demuestra que Bolivia es uno de los países con el más bajo índice de violencia carcelaria en América Latina.

Al respecto, en el libro El sistema penitenciario venezolano, María Morais dice: “Con tristeza hay que aceptar que Venezuela presenta los mayores índices de violencia carcelaria de Latinoamérica. Según datos de Provea y el Observatorio Venezolano de Prisiones, en 2008 hubo en Venezuela cinco veces más muertes violentas que en la cárceles de México, Brasil, Colombia y Argentina juntas.VER MÁS…

Argentina: Garré ahora pide a los vecinos de la Ciudad que “controlen” a la Policía

La ministra habló de “focos de corrupción” en las fuerzas de seguridad. Admitió que hacen la “vista gorda” a la trata de personas. Y negó un aumento del delito.

La ministra de Seguridad, Nilda Garré, reconoció ayer la existencia de “focos de corrupción” en “las fuerzas federales en general” y pidió la asistencia de los vecinos para “controlar” a los agentes . A pesar de eso, sostuvo que no ha aumentado la delincuencia en la Ciudad de Buenos Aires y que incluso han descendido algunos delitos. VER MÁS…

Venezuela: Fusilaron a los reos en el juego de softbol

Guerra entre expolicías y bandidos causó la muerte de 25 personas en Yare

Una rencilla vieja entre los líderes negativos del sector conocido como Las Torres (en su mayoría exfuncionarios policiales) y los “pranes” del territorio denominado como Los Talleres fue la carga explosiva. El detonante resultó ser una bala que salió accidentalmente de un arma de fuego durante un cónclave, de bandas rivales, celebrado en el área administrativa de la cárcel de Yare I, a las cuatro de la tarde del domingo.

La ministra de Servicios Penitenciarios, Iris Varela informó que un visitante y 24 internos murieron durante la reyerta que permaneció durante cuatro horas. Al menos 43 personas fueron trasladadas a los centros asistenciales de los Valles del Tuy, nueve de las cuales se encuentran gravemente heridas, de acuerdo con las declaraciones de la principal del ministerio de prisiones. VER  MÁS

Colombia: ¿Hacinamiento razonable? / Michael Reed Hurtado

La situación de las cárceles entra y sale de las noticias, como si fuera una hoguera que se puede prender y apagar con un interruptor.

Esta exposición esporádica se debe a la existencia de los muros. Están ahí, justamente, para garantizar que el mundo exterior no se entere de lo que pasa tras las rejas.

Sin embargo, en la prisión, la hoguera no merma.

Día tras día el hacinamiento carcome el cuerpo y el espíritu de miles de hombres y mujeres presos.

Día tras día el Estado mantiene en edificios decrépitos a miles de humanos como vacas rumbo al matadero.

El espacio ardiente de sitios que llaman Bellavista y Villahermosa destruye minuto a minuto la humanidad de jóvenes que se vuelven viejos en el encierro. VER MÁS…

Argentina: Denuncias de violencia y malas condiciones. Dos informes alertan sobre la vida carcelaria

Con sendos informes, la Procuración Penitenciaria y el Centro de Estudios Legales y Sociales (CELS), organismo no gubernamental cercano al Gobierno, cuestionaron con dureza las actuales condiciones del Servicio Penitenciario Federal (SPF), elogiado por la presidenta Cristina Kirchner y el ministro de Justicia Julio Alak como un sistema “modelo”.

En su documento que elevó al Congreso, la Procuración Penitenciaria -a cargo del radical Francisco Mugnolo- realizó un diagnóstico de la situación carcelaria a diciembre del año pasado. Entre las principales observaciones vale destacar las siguientes:

l Maltratos: “Las torturas y los maltratos constituyen un problema extendido y generalizado (.). El carácter sistemático de estas prácticas no radica en la existencia de un plan deliberado de las autoridades del Estado, sino en métodos ilegítimos que se encuentran fuertemente arraigados en las rutinas de las fuerzas de seguridad”. VER MÁS…

Argentina: El kirchnerismo juega con fuego en las cárceles / Jorge Fernández Díaz

Unir la imagen pública del kirchnerismo con los barrabravas, los delincuentes, los femicidas, los violadores reincidentes y los responsables de la tragedia de Cromagnon, que le costó el gobierno a Aníbal Ibarra, no parece una buena estrategia política. Mucho menos cuando la inseguridad es reconocida en las encuestas como una de las principales preocupaciones del electorado.

Por otra parte, si en nueve años de crecimiento a tasas chinas y con poder absoluto el movimiento nacional y popular no logró transformar las cárceles en lugares humanizados y resocializadores, es obvio que no tuvo la suficiente voluntad política para hacerlo. El CELS acaba de reportar que los crímenes y las torturas siguen siendo moneda corriente en el Servicio Penitenciario Federal. VER MÁS…

Police Reform in Guatemala: Obstacles and Opportunities / Latin America Report N°4320 Jul 2012

EXECUTIVE SUMMARY AND RECOMMENDATIONS

The 25,000 members of the National Civil Police (PNC) are on the front lines of Guatemala’s battle against crime. But all too often citizens distrust and fear the police – widely dismissed as inefficient, corrupt and abusive – as much as the criminals. Underfunded, poorly trained and often outgunned, they are frequently incapable or unwilling to confront criminals and gain the public trust needed to build a state based on rule of law. Drug traffickers, including Mexican cartels, move at will across porous borders, while criminal gangs dominate many urban areas. The government of President Otto Pérez Molina must reboot and revitalise police reform, as part of an overall effort to strengthen justice and law enforcement, with financial support from the U.S. and other countries interested in preventing Guatemala from becoming a haven for organised crime. Progress has been made, but achievements are fragile and easily reversed. SEE MORE…

Venezuela: Política Criminal inexistente / Juan Martín Echeverría

La prevención y represión del crimen interesa a todos los venezolanos y jamás nadie debe subestimar la desgracia del vecino, porque tarde o temprano puede sufrir una tragedia de mayor dimensión; por ello no vale la retórica ni la manipulación, cuando lo que está en juego es la vida del ciudadano y su familia. Sin embargo a veces los altos funcionarios, protegidos por los cuatro costados y confundidos de tanto poder, pierden contacto con la realidad, pero su entorno vive el homicidio, el secuestro, el atraco, el tráfico de drogas y la corrupción. VER MÁS…

Venezuela: ¿Cuales son los países que no aceptan el ojo vigilante de la comunidad internacional? / Carlos Machado Allison

Sin duda alguna Venezuela es un país con elevada violencia. Por habitante el número de asesinatos y secuestros es altísimo. Los venezolanos lo sabemos y nuestras viviendas está llenas de rejas, abundan las puertas de seguridad, la protección con alambre eléctrico, garitas y vigilantes. Nadie camina de noche, la mayor parte de la ciudad está oscura y silenciosa después de las 9 de la noche. Me recuerda a Managua en la década de 1990. La violencia no distingue estratos sociales y es contagiosa. La conducta del ciudadano común es agresiva y propensa a la retaliación. Hace medio siglo choriceros, birladores, ladrones de gallinas, carteristas y saltadores de azoteas, eran noticia y rara vez había muertos o heridos. En la última década ocurrieron más de 100.000 asesinatos y sólo aquellos de gente famosa o ejecutados con saña, aparecieron en las crónicas rojas. VER MÁS…

Venezuela: Amnistía Internacional denuncia la “violencia delictiva y policial”

En 2011 la “violencia delictiva y policial siguió siendo un problema grave en Venezuela” y la mayoría de los “abusos” atribuidos a la policía “no se investigó debidamente”, denunció Amnistía Internacional.

En su informe anual sobre los derechos humanos en el mundo, presentado hoy en Londres, la organización humanitaria destaca además que “se siguieron formulando cargos por motivos políticos contra detractores del Gobierno”, que las condiciones del sistema penitenciario son de “hacinamiento extremo” y que hubo “amenazas” contra los defensores de los DD.HH. VER MÁS…

Central America: Inmate’s Lament: ‘Rather Be Dead Than Here’

In a prison called Hope, there is little of it to go around.

Inmates at La Esperanza penitentiary here cram into “the caves,” their name for the suffocating spaces underneath bunk beds, desperate for a place to sleep. Others sprawl out on every inch of floor under a thicket of exposed electrical wires in sweltering, dirty cells, until they can come up with the $35 or more they will need to buy space on a bunk from fellow prisoners. In these tight quarters, it has become a flourishing trade.

The 19 prisons in this country were built to hold 8,000 people. These days, 24,000 are stuffed into them, leaving inmates to string hammocks from the ceiling or bed down on the floor of a library that is now too full of prisoners to hold any books. SEE MORE…

Honduras: Que se quemen los reos / Daniel Valencia Caravantes

Los sobrevivientes del incendio en la granja-penal de Comayagua, en Honduras, lloran cuando recuerdan a sus amigos o a los reos más viejos que les rogaban una ayuda que no les podían dar. Una semana después de la tragedia que dejó 359 muertos, lo único cierto es que los guardias y el director de la prisión no hicieron nada para impedir que los reos se quemaran vivos. “Se dio esa orden”, dice uno de los custodios.VER MÁS…

EL Salvador: El “manodurismo” presente / Editorial ContraPunto

Sin dar pasos valientes contra el crimen organizado seguiremos resbalando en nuestra propia porquería

A estas alturas del partido es bastante difícil saber cómo abordar el tema de la violencia generalizada que hay en El Salvador, quizás por eso se siguen explorando las fórmulas ya vencidas.

Años y años de estar hablando de lo mismo y los pocos pasos positivos dados, como la depuración policial y los avancen en la creación de la estructura investigativa, se opacan frente a la continuación de los homicidios y extorsiones al por mayor, con la reaparición dramática del secuestro seguido de asesinato.  VER MÁS…

Perú: Incluso cuando no hay otra opción / Carlos Basombrío

El monopolio del uso de la fuerza es uno de los elementos que define al Estado.

Usarlo de manera legítima y al servicio del ciudadano, alude a un Estado democrático. Así, no es posible permitir que la principal carretera del país permanezca bloqueada por un reclamo local; pero, a la vez, es una barbaridad que, por el poco profesionalismo con el que se actúa, se mate a un manifestante de dos balazos en el estómago. Falso dilema: pasividad total de la policía o la intervención con muertos.

El inevitable uso de la fuerza por parte de un Estado democrático debe responder a principios de necesidad, proporcionalidad y gradualidad. VER MÁS…

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