América Central: Los refugiados de la ‘guerra contra las drogas’ / Luis Esteban G. Manrique

El despliegue de un millar de miembros de la Guardia Nacional de Texas a lo largo de la frontera con México, por órdenes del gobernador Rick Perry, ha dado un nuevo paso en la militarización de la política inmigratoria de EEUU. Perry esgrimió como justificación la supuesta “pasividad” de la Casa Blanca ante la crisis de los inmigrantes centroamericanos –en su mayoría niños y mujeres– del pasado verano. Al erigirse como nuevo “halcón de la frontera”, Perry busca el apoyo del Tea Party, que tendrán un papel clave en la elección del candidato republicano a la Casa Blanca en 2016.

En las últimas semanas, el flujo de inmigrantes –que Barack Obama calificó de “crisis humanitaria”– se ha reducido notablemente, en parte por las miles de ‘deportaciones express’ de indocumentados a Guatemala, El Salvador y Honduras –el primer, cuarto y noveno países más violentos del mundo, respectivamente–tras negárseles el asilo. VER MÁS…

Honduras: El país que mata a sus presos / José Luis Sanz

El país más violento del mundo parece tener las cárceles más violentas del mundo. O al menos las cárceles en las que se han cometido algunas de las peores masacres en la historia reciente de América Latina. En la última, ocurrida en 2012, murieron calcinadas más de 300 personas; en la penúltima, más de 100; en la anterior, más de 60… Y mientras esos picos altos sacuden a Honduras, el sicariato a cuentagotas, patrocinado, auspiciado o permitido por el Estado, ocurre cada dos días.

Todo el mundo sabe lo que pasó en la cárcel de El Porvenir y todo el mundo, especialmente Honduras, parece haberlo olvidado: cuando a las 9:10 de la mañana del 5 de abril de 2003, 10 minutos después de que estallara el motín, la Policía y el Ejército entraron a los patios con sus armas largas y sus pistolas, en teoría para poner orden, solo habían muerto cinco personas. Dos horas después, en aquel penal de una veintena de celdas se amontonaban 68 cadáveres. VER MÁS…

Brasil: Adolescente morre após confronto entre facções no Complexo da Maré

O confronto entre as facções ocorreu na divisa das favelas Baixa do Sapateiro e Nova Holanda.

A Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro confirmou a morte de um menor 15 de anos, após um confronto entre duas facções no Complexo da Maré na tarde deste domingo, 30, mesmo após a ocupação do local pelas forças policiais. De acordo com informações da secretaria, o jovem, identificado como Vinicius Guimarães, já chegou morto à Unidade Pronto Atendimento (UPA) da Maré, para onde foi encaminhado.

O confronto entre as facções ocorreu na divisa das favelas Baixa do Sapateiro, dominada pela facção Terceiro Comando Puro, e Nova Holanda, controlada pelo Comando Vermelho. O conflito teve início após provocações entre os dois grupos e se transformou em uma guerra de pedras. O confronto acabou quando um jovem sacou uma arma e efetuou os disparos, provocando a morte de Vinicius. MAIS…

Perú: Aprueban ley que libra de culpa a militares y policías ante muertes

Licencia para disparar. Modificación legislativa buscaría proteger a miembros de las Fuerzas Armadas y de la Policía para que cumplan su deber sin miedo. Medida es polémica.

Controversia. Norma también los exime de responsabilidad si causan lesiones “en cumplimiento de su deber o usando sus armas u otro medio de defensa”. IDL denuncia violación constitucional. Decano del CAL advierte que medida es contraproducente.   VER MÁS…

Brasil: Maranhão impede entrada de comissões de Direitos Humanos em Pedrinhas / Artur Rodrigues

Antes de ser barrado, grupo havia chegado de surpresa e constatado péssimas condições no Centro de Detenção Provisória

O governo de Roseana Sarney (PMDB) impediu nesta sexta-feira, 10, que uma comitiva formada por deputados da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Maranhão e por integrantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) entrasse em presídio do Complexo de Pedrinhas. A deputada Eliziane Gama (PPS) tentou conseguir autorização para entrar, mas teve pedido negado pelo secretário de Administração Penitenciária, Sebastião Uchôa, por meio de mensagem de texto.

Desde o ano passado, 62 presos morreram no Complexo de Pedrinhas
Antes de ser barrado no Presídio São Luís 1, o grupo havia chegado de surpresa e constatado péssimas condições no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Pedrinhas, onde 21 presos se aglomeram em celas para seis. A negativa à entrada de Eliziane, presidente da Comissão de Direitos Humanos e provável candidata de oposição ao governo Roseana, ocorre dois dias depois da visita da Comissão de Segurança, presidida por um aliado da família Sarney, o deputado Roberto Costa (PMDB). Em entrevista à imprensa após sair do local, Costa elogiou o governo. MAIS…

Brasil: Presos denunciam maus-tratos pela Força Nacional / Artur Rodrigues

Eles afirmam que a tropa federal dá tiros de borracha e agride detentos em Pedrinhas; Ministério da Justiça vai investigar

“Desde que a Força Nacional chegou a gente vem sendo agredido. Eles estão atirando na gente direto com bala de borracha. Tratam a gente feito animais.” O relato foi feito ao Estado por um preso, de dentro do Complexo de Pedrinhas, em São Luís, o epicentro da crise penitenciária no Estado e cenário de mortes de 62 detentos desde o ano passado. O Ministério da Justiça vai investigar a denúncia.

Por celular, de dentro da cela, o rapaz, que está no complexo há três anos e meio, relatou violência sistemática por parte da tropa federal. “Mais de 20 pessoas já foram baleadas”, diz. “Vieram só para maltratar.” VER MÁS…

Brasil: UN Agency Wants Probe of Brazil Prison Violence

The United Nation’s human rights agency called Wednesday for an “immediate, impartial and effective investigation” into the violence that has swept through a penitentiary in northeastern Brazil where at least 60 inmates were killed in 2013 in clashes between rival gangs.

Violence from the prisons has spilled onto the streets of Sao Luis, the capital of Maranhao state where the prison is located. Police say imprisoned gang leaders angered by authorities attempted crackdowns inside the prison ordered their members to spark terror by setting buses ablaze and shooting up the outside of police stations.

A 6-year-old girl died this week after being severely burned during one bus attack. Gas stations in the city largely complied with a police request to halt the sale of fuel to anyone wanting to fill-up a gas canister, hoping to squeeze off gangs’ ability to buy flammable liquids used to torch buses. SEE MORE…

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