BRAZIL: Brazil and South Africa Are Addicted to Gun Violence / Robert Muggah

Brazil and South Africa have dramatically expanded their geopolitical influence over the past two decades. But after years of democratic and economic gains, the two countries now find themselves in the doldrums. One of the reasons for this is that they are addicted to violence. Brazil and South Africa lead their respective continents in murder. This is no easy feat: last year the United Nations reported that 8 of the top 10 most violent countries in the world were located in Latin Americas and Africa. Yet between them, Brazil and South Africa now share 16 of the 50 most dangerous cities on the planet.

The scale of killing in both countries is breathtaking. At least one in eight people dying violently around the world each year is either a Brazilian or South African. In 2013, an estimated 53,646 Brazilian citizens were murdered — a rate of 25.2 per 100,000. Last year another 16,259 South Africans died as a result of homicide — some 31.3 per 100,000. SEE MORE…

Brasil: La policía mata en 5 años más que la de EE UU en 30 / María Martin

Un informe alerta de la violencia de los agentes y la congestión de las prisiones

Los cuerpos policiales brasileños han matado en los últimos cinco años a 11.197 personas, provocando más víctimas que los agentes estadounidenses
en 30 años: 11.090. En 2013, 53.646 personas murieron de forma violenta. O de forma más cruda: cada 10 minutos se produjo un asesinato. Entre las muertes del año pasado, 2.212 fueron a manos de agentes policiales, lo que supone seis por día.

La cifra se ha estabilizado en Brasil y la tasa de 26,6 homicidios por cada 100.000 habitantes es mucho menor que la de otros países como Honduras (90,4) o Venezuela (53,7), pero continúa siendo un número altísimo, según los especialistas. “Son datos preocupantes para una democracia.  VER MÁS…

Brasil: Forças de segurança usam softwares para rastrear operações de lavagem de dinheiro

A tecnologia tem sido uma aliada das autoridades brasileiras, nos últimos anos, no combate às organizações criminosas. Se no passado a preocupação era identificar provas contra os autores dos crimes, atualmente busca-se também encontrar e asfixiar a fonte de financiamento por meio da utilização de softwares instalados em laboratório de tecnologia contra lavagem de dinheiro.

A utilização desses programas, com capacidade para analisar grandes volumes de informações, permitiu ao país, de 2006 até os dias atuais, a identificação de aproximadamente R$ 21,4 bilhões de recursos com indícios de ilicitude. A Rede Nacional de Laboratórios de Tecnologia conta com 26 unidades, sendo que a mais recente delas foi inaugurada nesta sexta-feira (31), em Brasília. MAIS…

Brasil: ‘A violência parece estar fora de controle’, diz pesquisador / Camilla Costa e Rafael Barifouse

Nos últimos três anos e meio em que vive no Brasil, trabalhando como diretor de pesquisa do Instituto Igarapé, um dos principais centros de estudos do mundo sobre segurança pública, o canadense Robert Muggah passou a conhecer de perto o problema da violência no país.
Antes disso, Muggah já havia acumulado um grande conhecimento sobre segurança pública, ao estudar o assunto em seu doutorado em Oxford e ao trabalhar em projetos de combate à violência em mais de 50 países.
É com base nesta experiência acumulada que ele trouxe boas e más notícias ao TED Global, conferência de projetos e ideias inovadoras atualmente em curso no Rio de Janeiro. MAIS….

Brasil: Robert Muggah, cientista social: ‘Sou otimista: vi Ruanda vencer uma dor irreal’ / Entrevista por Dandara Tinoco

Morador do Rio há 3 anos, canadense, expert em segurança e desenvolvimento, dirige ONG na cidade e defende centralização do combate à violência no Brasil.

“Tenho 40 anos e passei os últimos 20 trabalhando em zonas de guerra e áreas de grande violência. Dediquei minha vida a estudar o tema, intrigado por ter nascido num país que não era normal: era seguro, num mundo convulso. Sou casado com uma brasileira e dirijo, na cidade, a área de pesquisa do Instituto Igarapé” MAIS…

Brasil: Homicídios, o próximo desafio / Robert Muggah e Daniel Cerqueira

Letalidade não é distribuída igualitariamente na sociedade, mas atinge desproporcionalmente os homens jovens, negros e com baixa escolaridade

O Brasil é um dos países mais violentos do planeta, onde 1,3 milhão de pessoas foram assassinadas desde 1980, sendo que o problema se agrava a cada dia. Nesse período, a taxa de homicídios aumentou 150%, levando-nos a uma situação em que mais 56 mil vidas são perdidas a cada ano, segundo os registros oficiais. Esta tragédia não é consequência de uma cultura latente de violência, mas deve-se, em parte, ao fracasso das políticas públicas para prevenir mortes evitáveis.

O crescimento dos homicídios pode ser explicado por uma combinação de fatores de risco. Não obstante a expressiva redução da pobreza observada nos últimos anos, a persistente e alta desigualdade social joga um papel-chave. A farta disponibilidade de armas de fogo e munição é outro fator crítico, na medida em que mais de 70% das vítimas fatais são atingidos por elas. Outro elemento que contribuiu para a hipercriminalidade foi a escalada do tráfico de drogas psicoativas ilícitas, no rastro do aumento no seu consumo, de 700% na última década. MAIS…

Brasil: Programa De Braços Abertos realiza mais de 28 mil atendimentos em cinco meses / Secretaria Executiva de Comunicação

Programa iniciado em janeiro oferece emprego, renda e moradia a dependentes químicos da Cracolândia. Ação tem 422 cadastrados, 122 estão em tratamento voluntário contra vício.

O princípio do Programa De Braços Abertos é o resgate social dos usuários de crack a partir do trabalho remunerado, alimentação e moradia digna, com a diretriz de intervenção não violenta. O tratamento de saúde é uma consequência das etapas anteriores, e não condição prévia imposta para participar do programa.

As ações foram pactuadas a partir do diálogo entre a equipe da Prefeitura de São Paulo e os usuários de crack da região da Nova Luz, há mais de vinte anos conhecida como “cracolândia” em razão da presença permanente dessas pessoas, muitas delas vivendo na rua, em barracos. Ao longo de seis meses, no ano passado, a Prefeitura identificou lideranças e demandas locais. Os frequentadores pediam basicamente documentos, trabalho e local para dormir.  VER MÁS…

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