Brazil: Why Police Body Cameras Are Taking Off, Even After Eric Garner’s Death / Robert Muggah

Around the world, police officers are regularly implicated in using excessive force. In the United States, around 400 so-called “justifiable homicides” take place each year, though no one—whether a public institution or a private monitoring group—actually knows for certain. Recent high-profile killings of young black men in American cities are once again forcing a debate about racial profiling and police violence. And the outcomes of this discussion have global implications with even the UN weighing in.

The trigger for the latest round of protests in the US is the killing of 18-year old Michael Brown by
police officer Darren Wilson in Ferguson, Missouri. The mishandling of the incident last August
precipitated statewide riots and stinging criticism about the creeping militarization of law
enforcement. Public outrage escalated further this month after the decision of a grand jury not to
indict New York Police Department (NYPD) officer Daniel Pantaleo in the murder of Eric Garner. Protests are breaking out across the country. SEE MORE…

Brasil: Rio em guerra, menos no nome / Robert Muggah

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Brasil: Aumenta a violência contra a polícia no Rio de Janeiro

Neste ano, 105 policiais foram assassinados no Estado, cinco deles na semana passada

A violência, que nunca desapareceu do Rio, se volta novamente contra as forças de segurança da ‘cidade maravilhosa’. Na semana passada foram assassinados cinco policiais e um soldado; no total, 14 agentes foram atingidos pelas balas provenientes, em sua maioria, de traficantes de droga. Apenas durante a noite de sábado, três policiais perderam a vida em diferentes tentativas de assalto, segundo confirmou a Secretaria de Segurança Pública. Um dia antes, o cabo do Exército Michel Mikami (que só tinha mais quatro dias de trabalho para encerrar sua participação na missão de ‘pacificação’) morreu depois de receber uma bala na cabeça durante um confronto com traficantes no complexo de favelas da Maré, na Zona Norte da cidade. É o primeiro membro das Forças Armadas a morrer desde o começo do processo de pacificação, em 2008. MAIS…

Brasil: Brasil, um país sem uma política de segurança pública

Especialistas dizem que o Governo federal não é protagonista no combate à criminalidade

Há duas décadas as primeiras pesquisas de opinião identificaram que a segurança pública seria um dos temas que deveriam ser levados aos debates presidenciais no Brasil. Isso porque é um assunto que passou a preocupar os cidadãos, diante do aumento das taxas de roubos e homicídios, da baixa resolução dos crimes e do consequente aumento da sensação de insegurança.

Naquela época, a taxa de homicídios era de 20,2 para cada grupo de 100.000 habitantes. Ou seja, a cada dia 83 pessoas eram assassinadas no país. Depois de dois governos tucanos (Fernando Henrique Cardoso – 1995 a 2002) e quase três petistas (Lula da Silva – 2003 a 2010 e Dilma Rousseff – 2011 a 2014) a taxa saltou para 29, o que quer dizer que 154 assassinatos acontecem por dia. MAIS…

Brasil aposta na militarização da segurança cibernética / Robert Muggah, Gustavo Diniz e Misha Glenny

Faz-se necessário estabelecer uma estratégia de segurança cibernética equilibrada e integrada, que avalie de forma precisa as verdadeiras ameaças ao nosso espaço

O espaço cibernético brasileiro enfrenta um conjunto bastante diversificado de ameaças digitais, que vão desde pequenos golpes aplicados contra usuários de internet até a ciber-espionagem internacional voltada contra órgãos do Estado. Indubitavelmente, essas ameaças são bastante distintas entre si em muitos aspectos. Em termos de escala, por exemplo, os crimes cibernéticos com motivação econômica, tendo como alvos bancos, empresas e principalmente o usuário comum, são o tipo de ameaça digital mais comum no país.

Ao longo do último ano, e sobretudo no contexto dos protestos de junho de 2013, verificou-se também o aumento de casos de um tipo de ameaça de fundo político, o hacktivismo, muito embora haja controvérsia em torno da legitimidade desta prática. Por fim, apesar de mais pontual, a espionagem cibernética ganhou os holofotes das ameaças digitais no país depois do caso Edward Snowden, em que foi revelado que o Brasil foi um dos principais alvos do esquema global de espionagem colocado em prática pela NSA (Agência de Segurança Nacional dos EUA) e por alguns outros países do grupo “Five Eyes”. Nem as comunicações da Presidência e do Ministério de Minas e Energia teriam sido poupadas pelo esquema de espionagem. MAIS…

BRAZIL: Brazil and South Africa Are Addicted to Gun Violence / Robert Muggah

Brazil and South Africa have dramatically expanded their geopolitical influence over the past two decades. But after years of democratic and economic gains, the two countries now find themselves in the doldrums. One of the reasons for this is that they are addicted to violence. Brazil and South Africa lead their respective continents in murder. This is no easy feat: last year the United Nations reported that 8 of the top 10 most violent countries in the world were located in Latin Americas and Africa. Yet between them, Brazil and South Africa now share 16 of the 50 most dangerous cities on the planet.

The scale of killing in both countries is breathtaking. At least one in eight people dying violently around the world each year is either a Brazilian or South African. In 2013, an estimated 53,646 Brazilian citizens were murdered — a rate of 25.2 per 100,000. Last year another 16,259 South Africans died as a result of homicide — some 31.3 per 100,000. SEE MORE…

Brasil: La policía mata en 5 años más que la de EE UU en 30 / María Martin

Un informe alerta de la violencia de los agentes y la congestión de las prisiones

Los cuerpos policiales brasileños han matado en los últimos cinco años a 11.197 personas, provocando más víctimas que los agentes estadounidenses
en 30 años: 11.090. En 2013, 53.646 personas murieron de forma violenta. O de forma más cruda: cada 10 minutos se produjo un asesinato. Entre las muertes del año pasado, 2.212 fueron a manos de agentes policiales, lo que supone seis por día.

La cifra se ha estabilizado en Brasil y la tasa de 26,6 homicidios por cada 100.000 habitantes es mucho menor que la de otros países como Honduras (90,4) o Venezuela (53,7), pero continúa siendo un número altísimo, según los especialistas. “Son datos preocupantes para una democracia.  VER MÁS…

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