Perú: “A paso de tortuga”, por Gino Costa

Tan importante como acabar con el 24×24 es sacar a la policía del siglo XIX e incorporarla al XXI

Ha hecho bien el defensor del Pueblo, Eduardo Vega, en recordar que, a pesar de algunos avances, el proceso de modernización de las comisarías marcha con demasiada lentitud; a paso de tortuga, en contraste con la velocidad de liebre con que lo hace la criminalidad. Así lo demuestra el Tercer Censo Nacional de Comisarías 2014, publicado por el INEI, si se compara con los censos del 2012 y el 2013, y la encuesta del 2011.

Resultados similares arroja una comparación con las supervisiones de comisarías realizadas por la Defensoría del Pueblo en los años 2009, 2010 y 2011. Es decir, por lo menos hace seis años que tenemos evidencia concluyente de la situación dramática en la que está la célula básica policial. Es, francamente, muy poco lo que se ha hecho para superarla. Peor aun, pese a haberse asignado recursos –claramente insuficientes para reducir la brecha–, la ejecución ha sido lamentable. VER MÁS…

El Salvador: Más de 700 homicidios en agosto

La epidemia de homicidios que vive El Salvador continúa superando sus registros históricos: al menos 709 personas han sido asesinadas en lo que va de agosto. No solo eso: a falta de cuatro meses, 2015 ya reporta más homicidios que las cifras totales de 2014, 2013 y 2012, según las estadísticas de Medicina Legal.

Agosto de 2015 ha superado los 700 homicidios en los 25 días transcurridos. En promedio, 28 salvadoreños han sido asesinados cada día de agosto, una cifra sin precedentes en los años pasados, antes y después de la tregua entre pandillas. La cantidad también rebasa los 677 homicidios de junio, que había sido el mes más violento del año, según datos del Instituto de Medicina Legal (IML).

Los meses de 2015 avanzan sobreponiéndose en los niveles de violencia: agosto, hasta el momento, es el mes con más homicidios en lo que va del siglo y desde los Acuerdos de Paz, en 1992. VER MÁS…

 

Nós podemos reduzir os índices de homicídios pela metade / Manuel Eisner

Ao redor do mundo, os homicídios parecem ter diminuído onde os governos implantaram uma boa governança e um efetivo Estado de direito, freando a corrupção de seus representantes, adquirindo controle sobre os mercados de segurança privada, e aumentando sua legitimidade por meio de instituições inclusivas

Em menos de dois meses, a Cúpula das Nações Unidas irá eleger os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável para os próximos 15 anos. Estes serão os compromissos mais abrangentes que os governos já firmaram com seus cidadãos. A lista de tarefas globais provavelmente clamará pela eliminação do abuso infantil, a erradicação da violência contra as mulheres, a redução das taxas de homicídios e o acesso de todos à justiça. Mas é realmente possível fazer tudo isso? E onde os governos devem investir para melhor proteger aqueles que são mais vulneráveis de abuso sexual, negligência, roubo, violência devido ao crime organizado e tráfico de pessoas?

Eu não acho que a violência doméstica possa ser erradicada num futuro próximo. Mas tenho confiança de que uma redução significativa é viável – se investirmos nas políticas certas. Tomemos os homicídios como exemplo. MAIS…

Brasil: Esquecemos que policiais também precisam de proteção / Robert Muggah

A polícia brasileira tem fama de ser uma das corporações que mais matam no mundo. No último ano, foram ao menos 2 mil mortos, registrados como autos de resistência, essencialmente execuções extrajudiciais, 582 dessas ocorrências apenas no Estado do Rio de Janeiro.

É impossível chegarmos ao número exato, pois muitos Estados não querem ou não tem capacidade de levantar esses dados. Independente do motivo da incerteza, a situação choca.

Raramente, no entanto, as manchetes nos lembram que o Brasil também é recordista mundial em assassinatos de policiais. Apesar dessa estatística ainda ser imprecisa, em 2013 foram computados cerca de 490 assassinatos de policias: a cada 17 horas, um policial civil ou militar é morto no país. Ser policial no Brasil é, definitivamente, uma das profissões mais perigosas que existem por aí.

Mas nem todo policial corre igual risco de morte violenta. A maioria dos assassinatos de forças policias acontece nas corporações militar e civil de São Paulo e do Rio de Janeiro. E, por mais que Estados como Bahia e Maranhão não levantem esse dado, a maioria é morto fora de serviço. MAIS…

 

Brasil e as capitais mundiais dos assassinatos / Robert Muggah

Dado a situação de crise de segurança em que se encontra o país, a redução dos homicídios deveria ser uma prioridade nacional. Mas não tem sido
“Nos últimos 20 anos, homicídios no Brasil superam os da guerra no Vietnã”

O Brasil é a capital mundial de assassinatos. O país, que registra somente 2,8% da população global, responde por 12% dos homicídios dolosos no mundo. É também o lar de 57 cidades com taxas de homicídio superiores a 25 por 100.000, e possui uma taxa de homicídio quatro vezes maior que a média global de 6,2. Como se o problema já não fosse sério o suficiente, tem piorado. A insegurança atingiu proporções epidêmicas.

Considere os números. Cerca de 143 brasileiros são mortos violentamente por dia. Isso corresponde a um total de 52.336 pessoas – a maioria jovens negros –assassinadas em 2014. Mais de 42,000 vítimas foram mortas por armas de fogo, a maioria revólveres produzidos no Brasil. A morte violenta é, atualmente, a causa número um de morte de jovens brasileiros do sexo masculino entre 15 e 29 anos. São várias gerações perdidas, um custo incalculável e irreparável para famílias, comunidades e para a nação como um todo. MAIS…

 

Brazil: Rio de Janeiro: ‘It’s a deep injustice that gun violence is tolerated’ /Robert Muggah

Robert Muggah is immersed in the statistics of violence, but faces the daily realities of living and working in one of the world’s most dangerous cities
Brazilian police patrolling a street at night in Rio de Janeiro, Brazil.

I live and work in a country where over 70% of reported homicides are a result of guns. In my neighbourhood in Rio de Janeiro, the murder rate is less than two per 100,000, which is well below the global average (pdf). Yet a favela around the corner from my apartment has a homicide rate that’s 10 to 20 times higher. So at night I hear the crack of gunfire echoing across the city; it’s disturbingly routine.

I’ve spent the last couple of years running an NGO trying to get people to think about ways to reduce gun crime, which is one of the big problems in Brazil. Without these reductions in violence it’s very difficult to move forward at the most basic human level, and in spite of impressive reductions in poverty in last 15 to 20 years, the violence has got worse in Brazil. SEE MORE…

Brazil: Gangsta’s Paradise: How Brazil’s Criminals (and Police) Use Social Media / Robert Muggah

Brazil’s police face a new front in the war on drugs: social media.

Rio de Janeiro´s most wanted drug trafficker, Playboy, died in a hail of police gunfire at his girlfriend´s apartment this month. Photographs of his bullet-riddled body began circulating on the Internet within minutes of his demise. So did an audio recording suggesting that he “left the scene alive, but arrived to the hospital dead.” His assassination is yet another pixel in Brazil´s relentless war on drugs.

Social media is the new frontline in the fight between Brazil´s gangsters and police. This is not altogether surprising. After all, the country is one of the largest producers and consumers of online content in the world. There are over 70.5 million Brazilian Facebook users. Twitter, Instagram, and WhatsApp are all gaining in popularity. Brazil´s digital divide is shrinking fast. SEE MORE…

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